quarta-feira, 10 de julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

sábado, 6 de julho de 2013

INDUSTEC CURSOS - OPERADOR DE ESCAVADEIRA HIDRÁULICA

Objetivo: Capacitar os participantes a operar de forma segura e eficiente, uniformizando procedimentos para inspeção, manutenção e conservação da escavadeira. O curso tem duração de 40 Horas. Capacitar os participantes a operar de forma segura e eficiente, uniformizando procedimentos para inspeção, manutenção e conservação da escavadeira.. Acima 22 anos com “CNH D”. INTRODUÇÃO: Modelos , principais fabricantes. CONCEITOS DE TERRAPLANAGEM - Aplicação de escavadeiras, rampa, metrologia básica, exemplos de produção. PARTES DA ESCAVADEIRA: Motor, transmissão, embreagem, diferencial, comando final, chassis, sistema hidráulico, sistema elétrico, painel de instrumentos, caçamba, ferramentas de penetração no solo (FPS). REGRAS DE OPERAÇÃO CONFORME NR11 DO MINISTÉRIO DO TRABALHO: Regras Básicas de Operação, regras para partida da escavadeira, vala, leira, espalhamento, carregamentos de materiais diversos.. REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA: De acordo com a NR11 (Norma Regulamentadora do Min. Trabalho / LEI6514/78). EXERCÍCIOS PRÁTICOS: Exercícios evolutivos: verificação da manutenção diária pelo operador (conforme NR11), procedimentos para ajustagem caçamba, identificação das partes da máquina, identificação das alavancas de comando e instrumentos do painel, reconhecer os movimentos básicos, operações diversas. Fonte: Getulio eleoterio -Diretor geral. Site http://www.cursoindustec.com.br/

terça-feira, 2 de julho de 2013

No ESTADÃO / Cecilia Dale: Empresária afirma que o empreendedor precisa enfrentar o medo e gostar muito de trabalhar.

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME. "Para Cecilia paixão ainda é a mesma". Quando começou a fazer cestas e bandejas forradas com tecidos, Cecilia Dale ouviu que seus produtos eram uma “graçolinha” e que seu trabalho era “trico-trico”. Na visão da empresária, uma maneira de desmerecer tanto esforço em empreender. Por isso, Cecilia chegou perto de desistir. E não foi uma vez só. “Tinha hora que eu falava, não vai dar. É por isso que eu digo que tem que ter 5% de ideia e 95% de vontade e paixão”, contou Cecilia, fundadora de uma rede, atualmente com nove lojas, que leva o seu nome e, principalmente, tornou-se referência no segmento de decoração no País.
(Werther Santana/Estadão). Clientes começam a agendar a montagem da árvore de Natal da Cecilia Dale em suas casas em setembro. Os trabalhos manuais sempre estiveram presentes na vida de Cecilia. Desde a época em que dava aulas de inglês em casa. Ela fazia o cenário e as fantasias dos personagens para entreter as crianças e tornar o aprendizado prazeroso. Quando mudou-se para São Paulo, começou a trabalhar com tradução. “Não era isso que eu queria. Eu estava em uma cidade nova e queria conhecer gente.” A luz apareceu quando uma amiga, que tinha uma fábrica, ofereceu sobras de madeira para Cecilia trabalhar. A empresária resolveu então fazer um jogo americano e conseguiu comercializar sua produção em uma loja de presentes. As vendas cresceram e a empresária teve 180 lojas que compravam seus produtos até a abertura do seu estabelecimento. O começo da sua trajetória, e os desafios da expansão para atingir 30 unidades em 2014, foram compartilhados pela empresária no Encontro PME com pequenos empreendedores. Confira os principais trechos. Medo: No momento em que começou a trabalhar, Cecilia questionava se o que estava fazendo era certo. “Minha geração não era preparada para sair de casa para trabalhar. Comecei a ter um diálogo interno constante e fui fazer terapia. Lá, o terapeuta falou: ‘Olha o tamanho do seu olho. Isso é medo. E o medo é a pior doença que a pessoa pode ter, não deixa você crescer’”, lembrou a empreendedora. E o conselho de Cecilia para quem enfrenta o mesmo problema é colocar esse medo para fora, mas no papel. “Você não vai falar para ninguém. Porque se você falar, vai ouvir que tem razão. E você precisa brigar com o seu medo”, disse. Para continuar no caminho do crescimento, Cecilia também destaca um ponto importante: a paixão. “É o que faz você atravessar todas as dificuldades. Eu adorava e adoro o que faço até hoje. Depois de 35 anos, a paixão é mesma”, destacou. Oportunidade: Outro conselho da empresária é aproveitar as chances que batem à porta do empreendedor. “Se você deixou passar, aquela oportunidade não vem mais. Pode até ser que venha outra, mas aquela não volta”, disse. Sua entrada no segmento de decoração de Natal em shoppings foi justamente isso, uma questão de oportunidade. Em 1999, Cecilia recebeu o convite para ser responsável pela decoração do Shopping Higienópolis. “Eu não sabia fazer, mas topei. O shopping estava em construção e tive que fazer tudo por planta. Foi um marco na decoração de São Paulo”, afirmou Cecilia Dale. Ela não parou mais e este ano será, pela 15ª vez consecutiva, responsável pela trabalho no centro de compras de Higienópolis. Mais do que isso: o trabalho transformou-se em vitrine e hoje a empresa de Cecilia faz decoração para 20 shoppings – o planejamento desse trabalho começa em janeiro para que o empreendimento consiga entregar todo o trabalho prometido. Público-alvo: Cecilia alerta o empreendedor a tomar cuidado com as vendas para amigos. “Amigo não é cliente. Se ele for comprar de você, ele está fazendo um favor que é 50% de desconto. É bom evitar aquela situação de chamar para almoçar e o amigo se vê obrigado a comprar alguma coisa sua. É preciso saber qual é o seu público”, afirmou. No caso da empreendedora, as vendas iniciais das cestas e bandejas em butiques foram uma maneira natural de posicionar sua produção para a classe A. Hoje, com variedade de mil itens à disposição dos consumidores, o público é maior e a complexidade também. Para atender mais pessoas, Cecilia também produz guirlandas menores e mais baratas. “Todas as guirlandas que você vê na loja eu que fiz a primeira. Fazemos 3 mil menores e elas vendem muito rápido”, contou. E as árvores de Natal também são um sucesso. Tanto que há dez anos a empresa mantém uma agenda para as pessoas que fazem questão do serviço de montagem em casa. “Tem gente que começa a ligar em junho, mas abrimos a agenda em setembro”, afirmou a empresária. Fonte O ESTADO DE SÃO PAULO (ESTADÃO). Acesso http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,cecilia-dale-a-paixao-ainda-e-a-mesma,3136,0.htm

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Escola Centro Rio

Com a globalização a todo vapor, necessitamos de atualização e aperfeiçoamento constantes. A concorrência profissional é cruel e se você não buscar profissionalização, você é engolido pela exigência de hoje. Cursos profissionalizantes estão em crescente melhoria, as ofertas estão cada vez melhores, por isso vale muito a pena fazer um curso profissionalizante para que você possa concorrer de igual a igual e se realizar profissionalmente. Os cursos técnicos existem nas mais diversas áreas do conhecimento. O curso de vigilante é um que ultimamente está sendo bastante procurado devido a segurança no nosso país ser uma preocupação especial. Para potencializar eventos que estimulem a realização de cursos por parte das pessoas, as empresas estão empreendendo esforços para compatibilizar a realização de cursos com eventos nacionais, regionais ou locais da área de assistência social, estimulando a participação ativa dos cursandos nos espaços de divulgação, articulação, mobilização, pactuação e deliberação da política nacional de cursos de profissionalização. Para muitas pessoas que não têm oportunidade de cursar uma faculdade, o curso profissionalizante é uma oportunidade de aprender uma profissão e ter um mercado de trabalho especifico para ele. Isso é importante em uma economia em que a especialização é cada vez mais importante. Acesso http://escolacentrorio.com.br/

NO ESTADÃO: Escola de Inovação em Serviços (Eise) 'transforma' alunos em empreendedores.

Newsletter BárbaraFerreira Santos - O Estado de S. Paulo. Escola de Inovação em São Paulo aposta em curso de especialização 'alternativo'.
O analista de Marketing José Prado é aluno da escola (Sérgio Castro/Estadão-conteúdo). Veja também: Que tal fazer uma pós no exterior? Confira mais de 30 bolsas de estudos. Universidades gringas buscam alunos no Brasil. Pós e MBA podem ser alternativa para 'encurtar' começo de nova carreira. Pós-graduação no País foi regularizada pelo MEC em 1965. Enquanto os MBAs brasileiros formam profissionais para trabalhar em grandes empresas, uma nova escola em São Paulo transforma alunos em empreendedores. Ensinar a montar startups é comum em instituições de negócios dos EUA e da Europa, mas não no Brasil. No curso da Escola de Inovação em Serviços (Eise), um modelo de negócios é desenvolvido em sala de aula durante um ano e apresentado a uma banca de investidores. A própria escola pode bancar o negócio se considerá-lo interessante. A instituição foi inspirada em exemplos internacionais, como a escola de negócios KaosPilot, da Dinamarca, e a Bauhaus, uma escola de vanguarda que funcionou de 1919 a 1933 na Alemanha e é uma das principais expressões do modernismo no design e na arquitetura. O curso da Eise não é um MBA – é considerado uma especialização. Possui duas etapas, chamadas de jornadas, com duração de seis meses cada. A primeira tem o objetivo de formar service designers, profissionais que saibam inovar. Nas aulas, o aluno desenvolve o embrião de um negócio rentável. A segunda etapa forma profissionais capazes de transformar pessoas e organizações, os chamados service thinkers. O projeto é desenvolvido, testado e depois levado a uma banca de investidores. A jornada é procurada geralmente como uma alternativa aos MBAs tradicionais. Foi o que fez o analista de marketing José Prado, de 27 anos. “Em um MBA, eu estudaria com pessoas com a mesma formação que eu. Na minha turma, cada um tem a sua jornada, para aprimorar não só o profissional como o pessoal e há pessoas de todas as áreas do mercado”, afirma. Ele está desenvolvendo um negócio para incentivar as pessoas a tirar projetos pessoais da gaveta. “Está na primeira fase ainda, mas há inspiração naqueles que dão suporte aos outros para colocar um sonho em prática ”, diz. Empenho: Segundo um dos fundadores da Eise, Tennyson Pinheiro, a escola é voltada para quem quer criar ou transformar um modelo de negócios em algo que as pessoas amem fazer. “Entre as pessoas que nos procuram estão aquelas que querem empreender, seja em organizações ou no próprio negócio, um perfil diferente daquelas que desejam um diploma de MBA para subir um degrau no emprego.” Para aprender a inovar, os alunos cursam disciplinas recomendadas e optativas. São oferecidas aulas de teatro, storytelling e design emocional, entre outras. Além das jornadas, a escola oferece encontros gratuitos e abertos ao público, chamados de campfires (fogueiras, em inglês), que abordam questões atuais e princípios da inovação em serviços. As reuniões têm um caráter intimista, como se os grupos estivessem em volta de uma fogueira. A própria sala de aula tem almofadas, espaço para fazer café e paredes que servem para serem riscadas. Alguns alunos chegam a usar o espaço como home office. A primeira lição aprendida no local é que todo produto é um serviço e os atuais modelos de gestão não suportam economia criativa. “Quando as empresas pedem colaboradores empreendedores, querem aqueles que tenham vontade de transformar as coisas”, explica Pinheiro. Formatura: As primeiras turmas da escola vão se formar no dia 13 de julho, data em que devem encontrar os possíveis investidores. O publicitário Reinaldo Parreiras Júnior, de 33 anos, já está na fase final do projeto e pretende tocar o negócio depois da conclusão do curso. “Meu grupo já começou a discutir quem vai tocar, qual porcentual ficará com cada um e se é rentável”, conta. Fonte O ESTADÃO acesso em http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,escola-de-inovacao-em-sao-paulo-aposta-em-curso-de-especializacao-alternativo,1046774,0.htm