sábado, 15 de novembro de 2014
Atitude e Superação: alfabetizadora, aprendeu a ler e escrever aos 36 anos.
(Crédito: Arquivo IPF).
Ana Luísa Vieira, do Promenino, com Cidade Escola Aprendiz.
“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”
Paulo Freire, no livro “Pedagogia da Autonomia”.
Dona Maria da Penha é lembrada na comunidade de Santa Rita, localizada em Nova Iguaçu, município da Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, por ser imbatível nas contas. Vendedora de doces, a senhora de 86 anos conquista pela conversa e pelos preços camaradas. Em 2012, durante um bate-papo de fim de tarde, uma de suas freguesas, Laudiceia Ferreira da Cruz, mais conhecida pela vizinhança como Lalá, notou que Maria, tão eficaz na hora de lidar com o dinheiro, não sabia ler nem escrever.
Lalá não teve dúvidas: convenceu a doceira a se matricular em um grupo de alfabetização de jovens e adultos que se reunia na igreja do bairro. “Dona Maria fez parte da minha primeira turma de educandos. A força dela é inspiradora para mim”, emociona-se a alfabetizadora do Projeto MOVA-Brasil, de 46 anos.
A história de vida de Lalá cruza-se com a de Maria em outro aspecto: ela própria só conseguiu se alfabetizar quando adulta, há dez anos, também graças ao MOVA-Brasil.
Mais de 13 milhões de brasileiros acima dos 15 anos ainda são analfabetos, aponta a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). O estudo mostra ainda que 53,6% dessas pessoas moram na Região Nordeste. O Sudeste está em último lugar nessa lista. No estado do Rio de Janeiro, onde Laudiceia nasceu, a taxa de analfabetismo é de 4,95%. Na Paraíba, terra natal dos pais de Lalá, o problema atinge 18,62% da população.
De alfabetizanda a alfabetizadora
O trabalho infantil fez Laudiceia se afastar da escola. “Minha família era muito pobre e não tinha a noção que hoje eu tenho, de que o trabalho infantil faz muito mal. Trabalhar roubou o meu direito aos estudos quando criança”, afirma. Aos 11 anos, ela deixou o colégio. Estava na 2ª série, ainda aprendendo a escrever. Precisou se desligar para ajudar no sustento da casa. Ela e os quatro irmãos dividiam os pares de chinelo e o único ovo do almoço. Passou a trabalhar como cuidadora de uma idosa. Depois, arranjou um emprego de babá e também foi empregada doméstica. “Quando fiz 15 anos, cheguei a morar na residência dos meus patrões. Via minha família a cada 15 dias.”
O analfabetismo lhe causava problemas cotidianos. Não conseguia preencher uma simples ficha de emprego, tampouco ler o letreiro dos ônibus. “Muita gente maldosa me indicava o transporte errado. Hoje, se eu puder, até levo a pessoa ao local desejado se percebo que ela tem o mesmo problema que eu tinha”, conta.
A oportunidade de voltar à sala de aula veio quando Lalá tinha 36 anos. À época, já era mãe de quatro filhos (Julio Cesar, Juliana, Priscila e Mariana) e estava grávida de Letícia – o caçula, Renato, nasceu menos de dois anos depois. “Todos eles tiveram a chance que eu não tive na infância, a de estudar”, ressalta orgulhosa.
Lalá se lembra bem de como o MOVA apareceu em sua vida. “Uma alfabetizadora bateu lá em casa perguntando se eu não tinha interesse em retomar os estudos. Achava difícil, já tinha passado dos 30, minhas meninas eram pequenas. A moça foi insistente... Ela me incentivou a ponto de conseguir um carrinho de bebê, para que eu pudesse levar a Mariana do trabalho até a sala de aula”, relembra, contando que as outras crianças ficavam com a avó.
Foi a educadora Lucilene Michele de Azevedo quem atentou para a dificuldade da família. Ela deixou uma lição prática, da qual Lalá jamais se esqueceu – a mesma que faz questão de repassar a seus alfabetizandos: “Saiba que tudo o que se planta dá”.
A fim de melhorar a alimentação da família, fez uma horta no quintal e passou a vender verduras. Conheceu também uma ONG, chamada Rede de Mulheres, que estimula a ajuda mútua entre as moradoras do bairro. Uma das atribuições do MOVA é fazer o educando entender a própria comunidade e se sentir parte dela, o que Paulo Freire chamava de Leitura do Mundo.
Uma nova realidade
“O jeito cidadão do MOVA me incentivou a voltar a estudar e a entender o mundo. Até então, eu não sabia quais eram meus direitos e deveres”, diz Lalá, sem se esquecer do dia em que aprendeu a letra L. “Chorei muito e olhava o papel sem parar. Decidi me esforçar para aprender logo o nome dos meus filhos. A cada aula, eu me envolvia mais.”
O curso de alfabetização do MOVA, de sete meses, a preparou para o Supletivo. Anos depois, quando soube que Lalá o havia concluído, Lucilene Michele novamente bateu à sua porta. Dessa vez, para convencê-la a fazer um teste de capacitação para ser alfabetizadora do MOVA-Brasil.
E assim a história se fez. Lalá ganhou sua primeira turma em 2012. “A metodologia de Paulo Freire é diferenciada. No MOVA há roda de conversa, Círculos de Cultura... Os temas geradores das aulas são relacionados ao dia a dia dos adultos. Tanto o educador quanto o educando são participativos e presentes. É um método que nos torna cidadãos.”
Em 2012, Lalá tinha 20 nomes na lista de chamada. Nesta segunda turma, de 2014, são 19 alfabetizandos. “Fiquei famosa no bairro por ter aprendido a exigir os meus direitos. Antes, eu era muito quieta. Hoje participo até de panelaço, se for preciso. Muita gente me procura para que eu ajude a tirar documento, a conseguir vaga no hospital. Ano que vem, quero fazer faculdade de Serviço Social. É um grande sonho! Acho que levo jeito, né?”.
O que é o MOVA-Brasil?
Criado em 2003, é um projeto do Instituto Paulo Freire (IPF), em parceria com a Petrobras e a Federação Única dos Petroleiros (FUP). Tem atuação em 11 estados e já formou mais de 200 mil brasileiros, além de 10 mil alfabetizadores. A base do MOVA-Brasil é o MOVA-SP, lançado em 1989, época em que o educador Paulo Freire (1921-1997) foi secretário municipal de Educação de São Paulo. Em 2012, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.612, que declara Freire como Patrono da Educação Brasileira.
Fonte: Fundação Promenino. Acesso em http://www.promenino.org.br/noticias/reportagens/vitima-do-trabalho-infantil-laudiceia-cruz-hoje-alfabetizadora-aprendeu-a-ler-e-escrever-aos-36-anos?utm_source=emailmanager&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim_93
domingo, 10 de agosto de 2014
II CURSO DE HISTÓRIA DO RIO – DO VALONGO A FAVELA.
Aos sábados, entre os meses de agosto e setembro.
PROGRAMA:
O curso relaciona-se com as discussões apresentadas na exposição Do Valongo à Favela: Imaginário e Periferia e oferece a seu público – professores, estudantes, historiadores, pesquisadores e interessados em geral pela história da cidade - um panorama diversificado do pensamento contemporâneo sobre a história do Rio de Janeiro.
Nesse segundo curso reunimos pesquisadores que abordarão os temas:
Sábado, 16/08 - 10h.
Aula I – Rio Alucinado, anos 1950-70: espaços simbólicos, territórios segregados e horizontes possíveis.
As décadas imediatamente após a II Guerra Mundial (anos 1950 a 1970) foram marcadas por prodigiosos saltos tecnológicos, que ensejariam a formação tanto das redes informacionais quanto da sociedade globalizada. Esse rearranjo em escala mundial promoveria uma transfiguração das metrópoles, com ressonâncias diretas no Brasil. Inserida nesse amplo contexto, a cidade do Rio de Janeiro veria se acentuarem suas contradições sociais e urbanas, ao mesmo tempo em que se tornava num dos polos mais instigantes e criativos da cultura contemporânea.
Professor Nicolau Sevcenko (USP).
Professor Titular de Historia e Cultura Brasileiras da Universidade Harvard; Professor aposentado do Departamento de História da FFLCH da Universidade de São Paulo; Autor, entre outros livros, de Literatura como Missão (Brasiliense, 83; Cia. das Letras, 2004), A Revolta da Vacina (Brasiliense, 85; Scipione, 92; Cosac&Naify 2010) e Orfeu Extático na Metrópole (Cia. das Letras, 93); Pindorama revisitada (Ed. Fundação Peirópolis, 2000) e A corrida para o século XXI: no loop da montanha-russa (Cia. das Letras, 2001); coordenador do terceiro volume da História da Vida Privada no Brasil (Cia. das Letras, 1998).
Sábado, 23/08 - 10h.
Aula II – Um século de favela através da música.
Em um enfoque histórico-antropológico, trabalharemos de forma lúdica um século de história das favelas através de músicas, sobretudo sambas.
Professor Marcos Alvito Pereira de Souza (UFF),
Marcos Alvito é carioca de Botafogo, Flamengo até morrer e dá aula na Universidade Federal Fluminense desde o longínquo ano de 1984. Tem formação em História e Antropologia. Ama a sala de aula, onde sempre aprende muito mais do que ensina. Acha a especialização uma “burrificação voluntária” e por isso já trabalhou e pesquisou diversos temas: a Grécia antiga, as favelas cariocas, a polícia militar, a história oral, as religiões afro-brasileiras, as torcidas organizadas, o futebol inglês, o jongo e mais recentemente a formação de jogadores de futebol. Tem sete livros publicados. Os dois mais recentes são Histórias do Samba: de João da Baiana a Zeca Pagodinho (Matrix, 2013) e A rainha de chuteiras: um ano de futebol na Inglaterra (Apicuri, 2014). Está finalizando um livro de crônicas chamado Como fazer bebês em 1966, as quais podem ser conferidas no Blog: www.autobiografiadosmeusprimos.blogspost.com.br .
Sábado, 06/09 – 10h:
Aula III – O povo de Cam e as rameiras: escravidão e prostituição no Rio de Janeiro.
Nesta palestra, procuraremos abordar a questão da prostituição no âmbito da cidade do Rio de Janeiro no século XIX, que foi a maior metrópole escravista das Américas. Focalizaremos, primeiramente, o desenvolvimento econômico, estimulado pela expansão da cafeicultura escravista, e crescimento populacional da cidade, proporcionado tanto pelo tráfico de escravos africanos e imigração de trabalhadores europeus livres. Em segundo lugar, abordaremos a problemática do grande desequilíbrio sexual na população da cidade, com muito mais homens do que mulheres, que possibilitava o crescimento da prostituição pela cidade, que era exercida por mulheres livres, escravas e libertas. Em terceiro lugar, analisaremos os diversos tipos de prostituição existentes no Rio de Janeiro e as estratégias que as autoridades médicas e policiais utilizaram para conter e controlar a expansão do meretrício pela cidade.
Professor Luiz Carlos Soares (UFF),
Obteve Licenciatura em História pela Universidade Federal Fluminense (1975), Bacharelado em História pela Universidade Federal Fluminense (1976), Mestrado em História pela Universidade Federal Fluminense (1980) e Doutorado em História pelo University College London (Universidade de Londres, 1988). Atualmente é Professor Titular Aposentado da Área de História Moderna e Contemporânea do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, Professor Visitante Senior do Programa de História da Ciência da Técnica e Epistemologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Sócio da Associação Nacional de História, e Membro do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de História da Ciência. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Moderna e Contemporânea, História da Ciência e da Tecnologia e Teoria e Filosofia da História.
Sábado, 13/09 – 10h:
Aula IV – Escravidão, Cativeiro e Quilombo.
Revisão sobre o estado atual da pesquisa histórica sobre a escravidão no mundo Atlântico e no Rio de Janeiro em especial, especificidade da memória da escravidão entre os descendentes da última geração de africanos chegados pelo tráfico atlântico de escravos no Rio de Janeiro, o quilombo como forma histórica de resistência na sociedade escravista e o reconhecimento de comunidades remanescentes de quilombo nos termos da Constituição de 1988 como política de reparação.
Professora: Hebe Maria Mattos de Castro (UFF),
Hebe Mattos, professora titular de história do Brasil da UFF é coordenadora do Laboratório de História Oral e Imagem(LABHOI/UFF) e autora de livros e filmes sobre a história e a memória da escravidão atlântica no Rio de Janeiro, entre eleso livro “Das Cores do Silêncio” (1993, 2014) e a caixa de DVDs Passados Presentes (LABHOI, 2011).
Sábado, 20/09 - 10h:
Aula V – Ritual na arte afro-brasileira.
Os últimos 50 anos na arte brasileira que tem dialogado com a questão afro-descendente.
Professor: Roberto Conduru (UERJ),
Historiador da arte, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Informações e inscrições em Inscrições: http://goo.gl/ddjxes
sábado, 2 de agosto de 2014
Mestrado na área de educação na Uerj.
Inscrições abertas.
A Faculdade de Educação da Baixada Fluminense da Uerj está com inscrições abertas para o Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas.
O programa do curso, um mestrado acadêmico, estrutura-se em torno de duas linhas de Pesquisa, a saber: Educação, Comunicação e Cultura; e Educação, Escola e seus Sujeitos Sociais.
O objetivo do curso é a formação de pesquisadores, visando qualificar futuros mestres mobilizados para investigar e compreender as causas e expressões dos problemas vivenciados nas periferias urbanas, relacionando-os com as questões de educação, da cultura e da comunicação.
As inscrições estarão abertas até o dia 29 de agosto e o valor da taxa de seleção é de R$ 100,00 (cem reais). Estão sendo oferecidas 40 vagas. Outras informações no site do Centro de Produção da Uerj: www.cepuerj.uerj.br
CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ:
Rua São Francisco Xavier, 524.
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ.
1º andar, Bloco A, Sala 1006.
CEP: 20559-900
Horário de atendimento na recepção: de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
Teleatendimento: (21) 2334-0639, de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
Saiba mais em
www.cepuerj.uerj.br
ou na rede social https://www.facebook.com/pages/Cepuerj-Centro-de-Produ%C3%A7%C3%A3o-da-Uerj/1528883990668811?ref=hl
domingo, 20 de julho de 2014
Cursos de Pós - Graduação a Distância.
CARGA HORÁRIA A PARTIR DE
495 HORAS.
ÁREA EDUCACIONAL:
*ADMINISTRAÇÃO E INSPEÇÃO ESCOLAR
*ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
*ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONALALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
*AEE / ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADOAEE E EDUCAÇÃO ESPECIAL
*ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
*BIOLOGIA VEGETAL
*CIÊNCIAS DA RELIGIÃO
*COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
*COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E SUPERVISÃO ESCOLAR
*DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR
*DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR E INSPEÇÃO ESCOLAR
*DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS
*EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE
*EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
*EDUCAÇÃO DO CAMPO
*EDUCAÇÃO EM UNIDADES PRISIONAIS
*EDUCAÇÃO ESPECIAL
*EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ÊNFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MULTIPLA
*EDUCAÇÃO ESPECIAL E NEUROPSICOPEDAGOGIA
*EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA
*EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
*EDUCAÇÃO INCLUSIVA, ESPECIAL E POLÍTICAS DE INCLUSÃO
*EDUCAÇÃO INFANTIL E NEUROCIÊNCIA
*EDUCAÇÃO INFANTIL E PSICOMOTRICIDADE CLÍNICA
*EDUCAÇÃO INFANTIL, ESPECIAL E TRANSTORNOS GLOBAIS
*EDUCAÇÃO INFANTIL, NEUROCIÊNCIA E APRENDIZAGEM
*EDUCAÇÃO MUSICAL
*EDUCAÇÃO MUSICAL E ENSINO DE ARTES
*ENSINO DE ARTES: TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS
*ENSINO DE BIOLOGIA
*ENSINO DE FILOSOFIA
*ENSINO DE FÍSICA
*ENSINO DE GEOGRAFIA
*ENSINO DE HISTÓRIA
*ENSINO DE LÍNGUA ESPANHOLA
*ENSINO DE LÍNGUA INGLESA
*ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
*ENSINO DE MATEMÁTICA
*ENSINO DE QUÍMICA
*ENSINO DE SOCIOLOGIA
*GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE
*GEOGRAFIA FÍSICA E DAS POPULAÇÕES
*GESTÃO EDUCACIONAL E EDUCAÇÃO INFANTIL
*GESTÃO EDUCACIONAL E INSPEÇÃO ESCOLAR
*GESTÃO EDUCACIONAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
*GESTÃO ESCOLAR INTEGRADA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
*HISTÓRIA DO BRASIL
*HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
*INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO
*INSPEÇÃO E SUPERVISÃO ESCOLAR
*INSPEÇÃO ESCOLAR
*INSPEÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
*LIBRAS
*LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
*LINGUÍSTICA APLICADA NA EDUCAÇÃO
*LUDOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL
*MATEMÁTICA FINANCEIRA E ESTATÍSTICA
*METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA E ESPANHOLA
*METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E ESPANHOLA
*METODOLOGIA DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA E INGLESA
*METODOLOGIA DO ENSINO DE BIOLOGIA E QUÍMICA
*METODOLOGIA DO ENSINO DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA
*METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA
*METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA E FÍSICA
*METODOLOGIA DO ENSINO DE QUÍMICA E FÍSICA
*NEUROPSICOPEDAGOGIA
*ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
*PSICOMOTRICIDADE CLÍNICA E RELACIONAL
*PSICOMOTRICIDADE E SUPERVISÃO ESCOLAR
*PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL
*PSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL
*PSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL
*PSICOPEDAGOGIA E SUPERVISÃO ESCOLAR
*SUPERVISÃO E ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR
*SUPERVISÃO ESCOLAR
8SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
*TGD - TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO
*TREINAMENTO DESPORTIVO E EDUCAÇ ÃO ESPECIAL
*TREINAMENTO DESPORTIVO E SUPERVISÃO ESCOLAR
*TREINAMENTO DESPORTIVO: JOGOS, TESTES E PROVAS
**TUTORIA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.
ÁREA SOCIAL:
*GESTÃO DO SUAS - SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
*INSTRUMENTALIDADE DO SERVIÇO SOCIAL
*PEDAGOGIA SOCIAL E ELABORAÇÃO DE PROJETOS
*POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO E SERVIÇOS SOCIAIS.
ÁREA JURÍDICA:
*DIREITO ADMINISTRATIVO
*DIREITO AMBIENTAL
*DIREITO DA FAMILIA
*DIREITO DO CONSUMIDOR
8DIREITO DO TRABALHO
*DIREITO ELEITORAL
*DIREITO EMPRESARIAL
*DIREITO IMOBILIÁRIO
*DIREITO MILITAR
*DIREITO NOTARIAL E REGISTRAL
*DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL
*DIREITO PREVIDENCIÁRIO
*DIREITO PROCESSUAL CIVIL
*DIREITO TRIBUTÁRIO
*REGISTRO PÚBLICOS.
ÁREA DE SAÚDE:
*ANÁLISES CLÍNICAS E MICROBIOLOGIA
*AUDITORIA EM ENFERMAGEM
*ENFERMAGEM DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
*ENFERMAGEM DO TRABALHO
*ENFERMAGEM EM UTI
*GERONTOLOGIA E SAÚDE MENTAL
*GESTÃO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
*GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA
*GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA E MEIO AMBIENTE
*GESTÃO E ENFERMAGEM DO TRABALHO
*GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR
*GESTÃO EM SAÚDE MENTAL
*HEMATOLOGIA
8SAÚDE DO IDOSO E GERONTOLOGIA.
ÁREA EMPRESARIAL:
*ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
*AUDITORIA AMBIENTAL
*CONTABILIDADE PÚBLICA E LEI DE RESP. FISCAL
*FORMAÇÃO DE CONSULTORES EM ORGANIZAÇÕES
*GERENCIAMENTO DE PROJETOS
*GESTÃO AMBIENTAL
*GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
*GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO
*GESTÃO DE EQUIPES E VIABILIDADE DE PROJETOS
*GESTÃO DE NEGÓCIOS
*GESTÃO DE NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS
*GESTÃO DE PESSOAS
*GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E MEIO AMBIENTE
*GESTÃO E PROJETOS EM TURISMO
*GESTÃO EM LOGÍSTICA
*GESTÃO EM PETRÓLEO E GÁS
*GESTÃO EMPRESARIAL
*GESTÃO PÚBLICA E LEGISLAÇÃO URBANA
*MARKETING E GESTÃO ESTRATÉGICA
*MEIO AMBIENTE, DESENV. E SUSTENTABILIDADE
*PEDAGOGIA EMPRESARIAL E DINÂMICA DE GRUPO
*PLANEJAMENTO EMPRESARIAL
*SEGURANÇA DO TRABALHO.
ÁREA DE ENGENHARIA:
*ENGENHARIA AMBIENTAL
*ENGENHARIA DA QUALIDADE
*ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
*ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
*ENGENHARIA DE SUPRIMENTOS
*ENGENHARIA E GERENCIAMENTO DE MANUTENÇÃOENGENHARIA ELÉTRICA.
MBA EXECUTIVO:
MBA EM COACHING.
MBA EXECUTIVO EM CONSULTORIA E PLANEJAMENTO EMPRESARIAL.
MBA EXECUTIVO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO AMBIENTAL.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE CIDADES E AGRONEGÓCIOS.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS E MARKETING.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS E TURISMO.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE PESSOAS E RECURSOS HUMANOS.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE PRODUÇÃO E QUALIDADE.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EM PETRÓLEO E GÁS.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EMPRESARIAL E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO PÚBLICA.
MBA EXECUTIVO EM GESTÃO TRIBUTÁRIA.
MBA EXECUTIVO EM MARKETING E GESTÃO DE EQUIPES
MBA EXECUTIVO EM SAÚDE.
MBA EXECUTIVO EM SEGURANÇA NO TRABALHO E MEIO AMBIENTE.
MBA EXECUTIVO EM SERVIÇOS SOCIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS.
Informações: Tel.:
0800 039 4040 Site www.prominasonline.com.br
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Pós-graduação em audiodescrição na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Apesar das inscrições terem sido encerradas,o Curso de Especialização em Audiodescrição, promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, é uma oportunidade para formação de especialistas na área.
O curso, semipresencial, visa a formação de profissionais capacitados para lidar com a audiodescrição, um recurso de acessibilidade comunicacional que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em diversos tipos de espetáculos, eventos e produtos audiovisuais, por meio de informação sonora. Tem como público alvo professores e profissionais de diversas áreas do conhecimento, preferencialmente a pessoas com graduação nos cursos de Tradução, Letras, Rádio e TV, Comunicação, Cinema, Locução, Dublagem e Artes Cênicas.
O cronograma do curso de pós-graduação em Audiodescrição já pode ser consultado no site da Universidade Federal de Juíz de Fora em (https://dl.dropboxusercontent.com/u/10004244/Blog/Documentos/CRONOGRAMA-DAS-ATIVIDADES-2014.pdf)
. A aula inaugural será no dia 20 de março, no período da noite.
Os aprovados no curso poderão ter um panorama geral do mesmo, que tem previsão de início em março de 2014 e término em agosto de 2015.
Todas as aulas presenciais já estão previstas e os alunos devem consultar o cronograma com antecedência, para programarem sua vinda à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde o curso será realizado. A aprovação no curso depende da presença em 75% dos encontros presenciais e 75% das atividades na plataforma de ensino a distância.
Fique atento a novas informações com relação ao processo seletivo. Contato: pos.audiodescricao@ufjf.edu.brORIGEM: UFJF.
FONTE: Blog da Audiodescrição. Acesso em
http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2013/11/pos-graduacao-em-audiodescricao-na-ufjf.html
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